Tratamento de Patologias da Coluna Vertebral

PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL

EPIDEMIOLOGIA:
– Atingem 80% da população
– Afectam tanto homens como mulheres
– Principalmente entre 25 e 45 anos de idade (vida activa)‏
Factores de risco:

Pessoais
– Idade, condição física e saúde em geral (obesidade, sedentarismo, tabagismo, lesões, desvios dos eixos normais, factores genéticos…)‏

Psicológicos
– Stress, crises depressivas…

Ocupacionais
– Levantar, carregar ou empurrar peso exagerado, posturas erradas prolongadas (laborais)…

PATOLOGIAS

– Síndromes dolorosas da coluna e das raízes nervosas (Cervicalgias, Síndrome de Barré-
Liéou, Nevralgia de Arnold, Cervicobraquialgia, Dorsalgia, Lombalgia, Ciática, Síndrome do Piramidal, Canal Estreito Lombar, Nevralgia Femurocutânea)

– Patologias Articulares (Espondilose Anquilosante, Espondilartrose, Hérnia Discal,

– Desvios da coluna vertebral (Escolioses, Hipercifose, Hiperlordose)

– Anomalias da coluna lombosagrada (Lombalização, Sacralização, Espondilolistese, Retrolistese)

– Osteodistrofias do crescimento (Doença de Scheuerman, Osteocondrite Vertebral  Infantil)

– Traumatismos da coluna vertebral (Fracturas, Luxações, Entorses,  Síndrome de Whiplash

A COLUNA VERTEBRAL

A coluna apresenta como funções:
Suportar o peso do corpo
Protecção da espinal medula
Permitir o movimento do tronco
Os músculos têm um papel importante no suporte e realização do movimento pois sem eles a coluna não suportaria  as forças nela aplicadas.

A Coluna Vertebral apresenta 4 curvaturas: curvatura cervical, dorsal, lombar e sagrada.

É composta por: 33 Ossos, sendo 24 flexíveis
– 7 vértebras cervicais (C1 – Atlas e C2 – Áxis)
– 12 vértebras dorsais ou torácicas
– 5 vértebras lombares
– Sacro (com 5 vértebras fundidas)
– Cóccix (4 ou 5 vértebras fundidas)

É ainda constituida por discos intervertebrais, ligamentos e articulações, sendo estes elementos de ligação intervertebrais.

A 1ª CONSULTA / TRATAMENTO

A primeira consulta consiste numa avaliação completa do paciente e consiste no seguinte:

● Anamnese detalhada

● Avaliação Postural em 4 planos

● Testes Neurológicos e Ortopédicos

● Análise de Exames Complementares de Diagnóstico (RX, TAC, RM,…)

 

Os pacientes com dor aguda são vistos com prioridade, no próprio dia da marcação ou no dia seguinte.

O NOSSO MÉTODO

O método utilizado pela LisboaPhysio trata-se de um método que tem uma avaliação lógica e uma aplicação prática exclusivas que nascem da sintonia entre as melhores técnicas mundias de reeducação postural, alívio da dor e de todo o conjunto de sintomas relacionados com o aparelho neuro-músculo-esquelético, que se complementam e completam para uma maior eficácia e rapidez no tratamento dos pacientes.

É este o verdadeiro “segredo” dos nossos resultados.

Para além do método utilizado através da terapia manual, são ainda utilizados os seguintes complementos:
Electroterapia
Ultrasonoterapia
Laserterapia
Crioterapia
Calor húmido
Vibroterapia

OS NOSSOS FISIOTERAPEUTAS ESPECIALISTAS

Ft. Carlos Guerreiro

Licenciatura em Fisioterapia na Escola Superior de Saúde Egas Moniz.

Formação adicional: Pós-graduação em Reeducação Postural Global, em Cadeias Fisiológicas, Pilates, Microkinesitherapie, Reflexologia e Ginástica Abdominal Hipopressiva.

Ft. Lúcia Lemos

Licenciatura em Fisioterapia na Escola Superior de Saúde do Alcoitão.

Formação adicional: Pós-graduação em Reeducação Postural Global e Pilates.

Pubalgia na prática do Golfe

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A pubalgia é a expressão de sintomas localizados no nível do púbis, com irradiações dolorosas em direcção aos adutores, aos abdominais e às arcadas crurais.

Essas irradiações não são constantes, de acordo com a gravidade da pubalgia.

O golfe apresenta um gesto que dissocia a mobilidade dos ramos pubianos.

As influências que vêm do braço e as que vêm do apoio ao solo estão em contradição no nível da bacia.

O jogador de golfe deverá ter uma boa mobilidade da cintura escapular e da bacia para manter um movimento fluido e fácil, prevenindo-se, assim, de toda a sobrecarga no púbis.

A pubalgia é muito menos frequente no golfe do que no ténis, no futebol ou no rugby. Por outro lado, o jogador de golfe deverá cuidar da articulação dorsolombar para evitar nevralgias dos nervos abdominogenitais.

Nesse caso, o jogador apresentará dor no nível do baixo ventre, da virilha e algumas vezes dos testículos.

A simples liberação da coluna vertebral será a solução dessa patologia em curto espaço de tempo. Para estabilizar este problema, que tem característica reicidivante, será necessário o tratamento pelas cadeias musculares.

Frequentemente, questiona-se se o golfe é bom para a coluna vertebral. A resposta é simples: sim. O movimento do golfe é o mais natural, pelo menos para a coluna vertebral, porque é um movimento sinuisoidal.

Por outro lado, a prática do golfe coloca em evidência as colunas que têm fraca mobilidade e que necessitam de um tratamento, tanto para obter a fluidez do gesto como o conforto físico.

O golfe, nesses casos, é um revelador, e não um agressor, como ele é frequentemente considerado.

Fontes de pesquisa:

Busquet, L. (2001). Les Chaînes Musculaires Tome III – La Pubalgie. (pp. 111 – 113). Paris: Éditions Frison-Roche.

Cadeias Musculares

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As Cadeias Musculares baseam-se em três princípios: equilíbrio, economia e conforto. Leopold Busquet (França) aproveitou os ensinamentos da Dra Françoise Mézières para criar o método Cadeias Musculares.

As cadeias musculares representam circuitos anatómicos através dos quais se propagam forças organizadas do corpo. A técnica permite compreender melhor a lógica das disfunções e a origem das dores e deformidades. Visa libertar bloqueios articulares, aderências, contracturas musculares e encurtamentos neurais. Procura também reequilibrar as tensões internas através de manobras viscerais.

O exame ao paciente é muito aprofundado, sendo feita não só da cabeça aos pés, mas igualmente à superfície (a pele) e profundidade por uma palpação minuciosa e testes de mobilidade. Para além de uma avaliação precisa, a originalidade deste exame será colocar em evidência a lógica das deformidades ou das disfunções. Na realidade são respostas inconscientes mas coerente e inteligente do paciente para um problema físico ou psicológico.

O tratamento é analítico (liberação de zonas chaves) e global para re-harmonizar a fisiologia das cadeias musculares.

As técnicas utilizadas são essencialmente técnicas de relaxamento e alongamentos completadas por outras técnicas de terapia manual. O Nosso objectivo sobre o plano muscular, articular, visceral e craniano é unicamente de recriar um equilíbrio de tensões para que a fisiologia seja respeitada.

São utilizadas manipulações osteopáticas, técnicas de estiramento, mobilização neural e técnicas reflexas do tecido conjuntivo para reequilibrar o local afectado. Por fim, são empregadas posturas globais para harmonizar a fisiologia muscular.

 

Este método é indicado a uma grande variedade de pessoas:

·         Recém-nascidos após pressão do parto;

·         Crianças e adolescentes que apresentam deformidades (pés, joelhos, escolioses, dores e alterações de crescimento, desequilíbrio crânio-mandibulares).

·         Atletas para melhorar os gestos desportivos e performance de seu aparelho locomotor;

·         Pessoas activas e sedentárias, idosas afim de prevenir ou atenuar as disfunções físicas, orgânicas assim como os efeitos de processo degenerativos como a artrose, etc.