Fisioterapia e Terapias Complementares em Lisboa

Lisboa Physio

Dispõe de seguro de saúde?

É beneficiário de algum sub-sistema de saúde?

Consulte as condições da sua apólice ou regras do sub-sistema do qual é beneficiário, e caso tenha cobertura para consultas e tratamento de Medicina Física e de Reabilitação, saiba que pode recorrer à LisboaPhysio para usufruir de condições especiais!

Terá apenas de consultar um médico de qualquer especialidade (ou se for exigido, um médico Fisiatra) para que indique a necessidade de realização de tratamentos de Fisioterapia e o número de sessões necessárias.

Poderá assim dirigir-se a uma empresa externa à rede convencionada do seu seguro de saúde (ex: Médis, Multicare, AdvanceCare, ServiaAIDE…) ou sub-sistema (ex: ADSE, ADM, SAMS, …), como é o caso da LisboaPhysio.

Desde que encaminhe a indicação médica acompanhada do recibo respeitante ao pagamento dos tratamentos como paciente particular, poderá garantir o reembolso de parte desse valor (comparticipação dependente das condições gerais e dos tipos de tratamento).

Nem sempre tem de se sujeitar a entidades ou horários definidos pelos outros. Escolha por si!

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Tratamento de Patologias da Coluna Vertebral

PATOLOGIAS DA COLUNA VERTEBRAL

EPIDEMIOLOGIA:
– Atingem 80% da população
– Afectam tanto homens como mulheres
– Principalmente entre 25 e 45 anos de idade (vida activa)‏
Factores de risco:

Pessoais
– Idade, condição física e saúde em geral (obesidade, sedentarismo, tabagismo, lesões, desvios dos eixos normais, factores genéticos…)‏

Psicológicos
– Stress, crises depressivas…

Ocupacionais
– Levantar, carregar ou empurrar peso exagerado, posturas erradas prolongadas (laborais)…

PATOLOGIAS

– Síndromes dolorosas da coluna e das raízes nervosas (Cervicalgias, Síndrome de Barré-
Liéou, Nevralgia de Arnold, Cervicobraquialgia, Dorsalgia, Lombalgia, Ciática, Síndrome do Piramidal, Canal Estreito Lombar, Nevralgia Femurocutânea)

– Patologias Articulares (Espondilose Anquilosante, Espondilartrose, Hérnia Discal,

– Desvios da coluna vertebral (Escolioses, Hipercifose, Hiperlordose)

– Anomalias da coluna lombosagrada (Lombalização, Sacralização, Espondilolistese, Retrolistese)

– Osteodistrofias do crescimento (Doença de Scheuerman, Osteocondrite Vertebral  Infantil)

– Traumatismos da coluna vertebral (Fracturas, Luxações, Entorses,  Síndrome de Whiplash

A COLUNA VERTEBRAL

A coluna apresenta como funções:
Suportar o peso do corpo
Protecção da espinal medula
Permitir o movimento do tronco
Os músculos têm um papel importante no suporte e realização do movimento pois sem eles a coluna não suportaria  as forças nela aplicadas.

A Coluna Vertebral apresenta 4 curvaturas: curvatura cervical, dorsal, lombar e sagrada.

É composta por: 33 Ossos, sendo 24 flexíveis
– 7 vértebras cervicais (C1 – Atlas e C2 – Áxis)
– 12 vértebras dorsais ou torácicas
– 5 vértebras lombares
– Sacro (com 5 vértebras fundidas)
– Cóccix (4 ou 5 vértebras fundidas)

É ainda constituida por discos intervertebrais, ligamentos e articulações, sendo estes elementos de ligação intervertebrais.

A 1ª CONSULTA / TRATAMENTO

A primeira consulta consiste numa avaliação completa do paciente e consiste no seguinte:

● Anamnese detalhada

● Avaliação Postural em 4 planos

● Testes Neurológicos e Ortopédicos

● Análise de Exames Complementares de Diagnóstico (RX, TAC, RM,…)

 

Os pacientes com dor aguda são vistos com prioridade, no próprio dia da marcação ou no dia seguinte.

O NOSSO MÉTODO

O método utilizado pela LisboaPhysio trata-se de um método que tem uma avaliação lógica e uma aplicação prática exclusivas que nascem da sintonia entre as melhores técnicas mundias de reeducação postural, alívio da dor e de todo o conjunto de sintomas relacionados com o aparelho neuro-músculo-esquelético, que se complementam e completam para uma maior eficácia e rapidez no tratamento dos pacientes.

É este o verdadeiro “segredo” dos nossos resultados.

Para além do método utilizado através da terapia manual, são ainda utilizados os seguintes complementos:
Electroterapia
Ultrasonoterapia
Laserterapia
Crioterapia
Calor húmido
Vibroterapia

OS NOSSOS FISIOTERAPEUTAS ESPECIALISTAS

Ft. Carlos Guerreiro

Licenciatura em Fisioterapia na Escola Superior de Saúde Egas Moniz.

Formação adicional: Pós-graduação em Reeducação Postural Global, em Cadeias Fisiológicas, Pilates, Microkinesitherapie, Reflexologia e Ginástica Abdominal Hipopressiva.

Ft. Lúcia Lemos

Licenciatura em Fisioterapia na Escola Superior de Saúde do Alcoitão.

Formação adicional: Pós-graduação em Reeducação Postural Global e Pilates.

A LisboaPhysio agora também na Margem Sul (Sobreda da Caparica)

A partir de Julho de 2010, a LisboaPhysio oferece os seus serviços a quem reside na Margem Sul ou a quem não se pode deslocar a Lisboa.

Em parceria com a Farmácia Palmeirim, poderá usufruir dos nossos tratamentos na Sobreda da Caparica num ambiente de saúde e bem-estar.

Para outras informações basta contactar-nos ou dirigir-se directamente à Farmácia Palmeirim e marcar já a sua hora!

Farmácia Palmeirim

Avenida da República, Torre B3, Loja A/B

2518-800 Sobreda

Acidente Vascular Cerebral (AVC) Conselhos Úteis

A recuperação depende da intervenção da Fisioterapia PRECOCE!

A LisboaPhysio coloca-se ao dispôr na reabilitação do utente com sequelas de AVC, com tratamentos de Fisioterapia ao domicílio. Com a ajuda da Fisioterapia, conseguirá atingir este objectivo: RECUPERAR A SUA INDEPENDÊNCIA!

Como são prestados os cuidados de saúde?

A Fisioterapia é a chave para recuperar a marcha, integrar o lado afectado nas actividades diárias, prevenir dores e limitações de movimento, estimular a actividade de músculos afectados…  Além das técnicas de reabilitação funcional, o Fisioterapeuta presta ainda apoio à família, em várias questões, nomeadamente no posicionamento (se estiver acamado), transferências, disposição das mobílias, aquisição e treino com auxiliares de marcha (só quando necessário), forma de vestir, técnicas de higiene e conforto.

A LisboaPhysio avalia detalhadamente cada caso clínico e determina o plano terapêutico mais adequado em função das expectativas do utente e da sua família.

Caso tenha sofrido um AVC ou conheça alguém que tenha sequelas decorrentes de um AVC, saiba que…

Deverá procurar iniciar a fisioterapia o mais precocemente possível, uma vez que os primeiros 6 meses de recuperação são cruciais. Este é o período durante o qual ocorrem as maiores evoluções, sendo que a recuperação com Fisioterapia deverá ser intensiva e, se possível, diária, iniciando logo assim que tenha alta hospitalar.

Algumas consequências do AVC…

O acidente vascular cerebral é uma das disfunções neurológicas que afecta mais pessoas, e talvez seja ainda uma das mais incapacitantes. A OMS classificou o AVC como a 3ª principal causa de morte nos países desenvolvidos, a seguir às doenças coronárias e ao cancro, sendo que é ainda a 2ª principal causa de morte na população acima dos 60 anos de idade.

Os sinais e sintomas característicos decorrentes do AVC variam de acordo com a área do Sistema Nervoso Central (SNC) afectada, podendo traduzir-se em défices dos níveis de consciência, do controlo motor, da sensibilidade, das funções visuais e da fala.

A intervenção dos cuidados de saúde deve ser sempre específica a cada condição, com objectivos e planos de reabilitação bem definidos. Para tal, o Fisioterapeuta desempenha o papel de facilitador da recuperação e o papel de educador, envolvendo sempre os utentes e as suas famílias no processo terapêutico.

A família do utente e/ou outros elementos cuidadores desempenham um papel fulcral na rentabilização das capacidades funcionais e, consequentemente, numa melhoria da qualidade de vida.

Conselhos úteis ao cuidador de portador de AVC

O que é um AVC?

Um AVC é abreviatura para acidente vascular cerebral que implica que ocorreu numa determinada zona do cérebro alteração/lesão da irrigação.

Essa lesão leva a alterações numa metade do corpo (Dta. Ou Esq.)

Factores de Risco:

 

Não modificáveis: idade, sexo, causas genéticas, estenose assintomática da artéria carótica, AVC ou AIT anterior; doenças tumorais;

 

Modificáveis: hipertensão; diabetes mellitus; fibrilhação auricular; hipercolesterolémia; tabagismo;

 

Outros factores: Obesidade; contraceptivos orais; estado de hipercoagulação;

Conselhos:

 

Alteração da fala (afasia):

Deve-se:

– Falar mais devagar que o habitual de preferência para o lado afectado;

– Usar frases simples e curtas;

– Dar a informação de uma só vez;

– Fazer uma pergunta e aguardar pela resposta;

– Encorajar o doente a falar.

Dificuldades em comer:

Deve-se:

– Encorajar o doente a comer sozinho, mesmo que com preparação prévia da comida;

– Se necessário a utilização de ajudas técnicas.

Disposição do quarto:

O doente deve ficar voltado para o centro do quarto. A mesa de cabeceira deve ficar do lado afectado de forma a estimular o mesmo.

 

 

Acamamento:

A imobilidade do doente é um factor de risco para o aparecimento de escaras (feridas). Para prevenir este factor deve-se:

– Repartir o peso corporal, alternando o posicionamento do doente de 2 em 2 horas;

– Manter o leito limpo, seco e sem rugas;

Posicionamento na cama:

Decúbito dorsal (barriga para cima):

 – Cabeça apoiada numa almofada;

– Uma almofada por baixo do ombro afectado;

– Braço afastado do corpo, esticado com a palma da mão virada para cima;

– A perna afectada não deve ser mantida em extensão, deve-se colocar uma almofada por baixo do joelho;

Decúbito ventral (barriga para baixo):

– Pés fora do colchão, para que os dedos dos pés não fiquem flectidos);

– Almofada da cabeça de tamanho pequeno;

– Cara virada para um dos lados, de preferência para o lado afectado;

– Braço afastado do corpo e pouco flectido;

Decúbitos laterais (deitar de lado):

Deve-se ter cuidado com o membro superior afectado, que nunca deve ser deixado sobre pressão, com o afastamento dos membros inferiores, através do uso de almofadas;

A – Virado para o lado bom

B – Virado para o lado afectado

Transferências:

Deitado para de lado:

O doente deve rodar inicialmente com ajuda, sendo essa ajuda retirada com a sua evolução;

Deitado para sentado:

Ao sentar-se deve ter em atenção o uso do braço afectado de forma a evitar o deslocamento do ombro (luxação) e ajudar a colocar os membros inferiores fora da cama;

Sentado para de pé:

Para levantar o doente deve ter em atenção dois aspectos importantes: suportar o braço afectado (para evitar o deslocamento do ombro); colocar os nossos joelhos entre os joelhos do doente, para o trancar;

Uso de bengala:

A bengala só se usa com aconselhamento do fisioterapeuta ou do médico. Quando usada sem aconselhamento produz uma sensação falsa de segurança, favorece a assimetria e dificulta a transferência de peso, resultando numa marcha anormal;

Posição de sentado:

Na posição de sentado é importante a posição do braço afectado. O ombro deve ser mantido afastado do corpo e o cotovelo parcialmente flectido. O braço deve ser sustentado por uma almofada para impedir a luxação do ombro;

Uso de bolas:

É vulgar ser dado ao doente uma bola para fazer exercícios à mão lesada. A não ser por aconselhamento do fisioterapeuta ou do médico, o doente não deve usar nenhuma bola, pois o que é correcto é exercícios para ajudar a abrir a mão e os dedos;

Vestir:

O treino desta situação necessita de um período de tempo mais longo. Para o doente é por vezes um esforço enorme, o que lhe pode provocar irritação e consequentemente desmotivação. Se existe frustração à regressão e não progressão;

O familiar não pode ser rígido nas técnicas e é benéfico elogiar todos os pequenos progressos. Tentar sempre que as actividades sejam sempre com o lado afectado.

Princípios básicos:

– Não substituir o doente, apenas auxiliar;

– Motivá-lo a arranjar-se mesmo que não saia de casa;

– A roupa deve ser escolhida pelo doente;

– O lado afectado é o primeiro a vestir e o último a despir.

Adaptação do vestuário:

– Largo, desligado e com bastante elasticidade;

– É aconselhável os botões pequenos serem substituídos por uns maiores e a casa dos botões alargadas;

– Sapatos do tamanho adequado, que se adaptem bem ao pé e permitam estabilidade. Em vez dos atacadores utilizar os fechos autocolantes ou com elásticos laterais. Existe uma adaptação para os sapatos com atacadores como mostra a figura:

– O soutien é posto à volta da cintura com a parte de trás para a frente, de modo a apertar os colchetes e rodá-lo para a posição correcta; com a mão sã colocar a alça até ao ombro do lado afectado > ajustar o soutien do outro lado; por vezes é necessário encurtar as alças; um soutien com aperto à frente é preferível;

Vestir a camisa/casaco:

– A peça de roupa é desdobrada no colo do doente, com a parte da frente voltada toda para baixo e o colarinho junto aos joelhos;

– Em primeiro lugar entra a manga no braço afectado; punha a manga até ao cotovelo; com a mão sã puxa a peça de roupa até ao ombro e costas de forma a poder enfiar a outra manga no braço;

Despir a camisa/casaco:

– Com a mão sã desaperta os botões e punha pela camisa/casaco até ficar com o ombro livre; retira a manga do braço são; despe a manga do braço afectado, se necessário apoiando a mão afectada por baixo da coxa afectada.

Vestir as calças:

Com a mão sã:

– Cruza a perna afectada sobre a sã; coloca primeiro a calça na perna afectada até ao joelho; descruza a perna; coloca a calça na perna sã; punha as calças para cima o mais que poder; se usar suspensórios, já devem estar colocados nas calças; puxar o fecho éclair ou com o auxílio de uma argola ou uma fita colocada para o efeito;

Despir as calças:

– Com a mão sã desapertar o cinto, os botões ou o fecho éclair; se usar suspensórios retira-os com a mão sã de cima dos ombros; retira a calça da perna sã; retira a calça da perna afectada; se o doente não tem bom equilíbrio sentado, é preferível vestir ou despir as calças deitado na cama, para o conseguir o doente faz o exercício da ponte;

Para calçar as meias:

– Cruzar a perna afectada de modo a que o pé fique ao alcance da mão sã; Com a mão sã colocar a abertura da meia no pé afectado e puxar.

Higiene e conforto:

– Ter sempre em atenção aos hábitos anteriores do doente;

– Caso possível e se necessário, adaptar a casa de banho à incapacidade funcional do doente;

– Se a sanita for demasiado baixa deverá elevar-se o assento da mesma 8 a 15 cm;

– Colocar uma barra de apoio na parede junto à sanita ou fixa no chão, uma barra em ângulo rectos;

– Se não tiver sanita, utilizar um bacio alto;

– Não utilizar tapetes no chão da casa de banho;

– Para tomar banho, o mais conveniente é ser de duche, preferencialmente, num poliban, se não é possível na banheira. Nesta deve ser utilizado: Banco com encosto ou cadeira, com calços de borracha para garantir maior estabilidade; Um tapete de borracha com ventosas no fundo da banheira; Barras de apoio na parede lateral e no topo, visto que os problemas de equilíbrio são frequentes; Mangueira de chuveiro flexível.

Entrar e sair da banheira:

A cadeira fica paralela à banheira e o doente entra pelo lado bom agarrando-se com a mão ao bordo da banheira ou à barra de apoio. Depois coloca a perna boa dentro e com o braço bom coloca a perna afectada dentro da banheira.

Para sair é idêntico com excepção da cadeira de rodas que é colocada no outro lado e primeiro sai a perna má e depois a boa, depois o doente agarra com a mão a cadeira de rodas e senta-se.

Unhas:

– As unhas das mãos e dos pés devem ser mantidas curtas. A tesoura deve ser de pontas redondas. O doente pode necessitar de ajuda nesta tarefa.

Barba:

– É preferível utilizar uma máquina eléctrica de barbear;

– Sentar-se numa cadeira junto à mesa com um espelho à frente e com boa iluminação;

– Se o doente utilizar uma lâmina de barbear deve ser ensinado a colocar a mão afectada debaixo do queixo para apoiar a cabeça ou colocar o queixo sobre almofadas.

Pentear:

– Ensinar o doente a pentear-se com o braço são se o outro estiver plégico (ausência de força), ou em caso de parésia (diminuição da força muscular), estimulá-lo a mobilizá-lo utilizando um pente de cabo comprido. Ou ser colocada uma pega no pente;

– Se o doente não conseguir realizar esta actividade, deve ser ajudado, uma vez que é importante o doente se sentir bem consigo.

ALGUNS EXERCÍCIOS A REALIZAR EM CASA:

Realizar pelo menos 3 vezes ao dia. O doente segura a mão do lado afectado com a mão sã e junta as mãos. A cabeça deve de estar um pouco inclinada para o lado bom. O cotovelo bom deve de estar esticado levando consigo o braço afectado.

O exercício da ponte é importante tanto para ajudar os familiares na higiene do doente como para reeducação do movimento normal.

Cadeias Musculares

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As Cadeias Musculares baseam-se em três princípios: equilíbrio, economia e conforto. Leopold Busquet (França) aproveitou os ensinamentos da Dra Françoise Mézières para criar o método Cadeias Musculares.

As cadeias musculares representam circuitos anatómicos através dos quais se propagam forças organizadas do corpo. A técnica permite compreender melhor a lógica das disfunções e a origem das dores e deformidades. Visa libertar bloqueios articulares, aderências, contracturas musculares e encurtamentos neurais. Procura também reequilibrar as tensões internas através de manobras viscerais.

O exame ao paciente é muito aprofundado, sendo feita não só da cabeça aos pés, mas igualmente à superfície (a pele) e profundidade por uma palpação minuciosa e testes de mobilidade. Para além de uma avaliação precisa, a originalidade deste exame será colocar em evidência a lógica das deformidades ou das disfunções. Na realidade são respostas inconscientes mas coerente e inteligente do paciente para um problema físico ou psicológico.

O tratamento é analítico (liberação de zonas chaves) e global para re-harmonizar a fisiologia das cadeias musculares.

As técnicas utilizadas são essencialmente técnicas de relaxamento e alongamentos completadas por outras técnicas de terapia manual. O Nosso objectivo sobre o plano muscular, articular, visceral e craniano é unicamente de recriar um equilíbrio de tensões para que a fisiologia seja respeitada.

São utilizadas manipulações osteopáticas, técnicas de estiramento, mobilização neural e técnicas reflexas do tecido conjuntivo para reequilibrar o local afectado. Por fim, são empregadas posturas globais para harmonizar a fisiologia muscular.

 

Este método é indicado a uma grande variedade de pessoas:

·         Recém-nascidos após pressão do parto;

·         Crianças e adolescentes que apresentam deformidades (pés, joelhos, escolioses, dores e alterações de crescimento, desequilíbrio crânio-mandibulares).

·         Atletas para melhorar os gestos desportivos e performance de seu aparelho locomotor;

·         Pessoas activas e sedentárias, idosas afim de prevenir ou atenuar as disfunções físicas, orgânicas assim como os efeitos de processo degenerativos como a artrose, etc.