Fisioterapia durante a Pandemia Covid19

IMG_20200504_174951_040

Reabrimos! Cientes da situação actual, garantimos o atendimento de forma segura e cumprindo as diretrizes. Deste modo, os nossos pacientes deverão garantir alguns aspectos para poder ser atendidos:
– caso tenha sintomas como febre, dificuldade respiratória, tosse ou outros compatíveis com doença aguda, cancele o tratamento.
– seja pontual. Estamos em condições de não ter pacientes a cruzarem-se no nosso espaço, com intervalo entre sessões que garantam a higienização necessária. Caso se atrase, será dada apenas uma tolerância de 10min e, passada esta, será cobrado o valor integral da sessão. Compreenda que agora, mais do que nunca, devemos ser responsáveis uns pelos outros.
– traga máscara para seu uso pessoal.
– não deverá vir acompanhado de outras pessoas nem de sacos do exterior.
– evite o mais possível usar adornos como fios, anéis ou brincos.
– priveligiamos o pagamento por transferência bancária, se pagar em dinheiro traga a quantia certa.
– à entrada ser-lhe-á pedido que desinfecte as suas mãos e se dirija de imediato ao gabinete onde será atendido. Aí permanecerá até ao final do tratamento, onde deverá pagar e reagendar o próximo tratamento, se for o caso. Evite deambular pelo espaço.
– todo o equipamento de proteção individual que utilizarmos será da nossa responsabilidade, a LisboaPhysio assumirá essa despesa. Seja responsável e não se esqueça também da sua máscara…

Seja consciente e evite saídas desnecessárias!
#lisboaphysio #epi #fisioterapia

Fisioterapia no Domicílio

A pensar nas pessoas que por algum motivo estão incapacitadas de sair de casa, devido a limitações físicas, a Lisboa Physio oferece a possibilidade de efectuar fisioterapia em sua casa, no conforto do próprio lar!

Esta deslocação não terá nenhum inconveniente para os utentes, pois a Lisboa Physio possuí todo o equipamento necessário através de equipamentos portáteis e técnicas específicas para atender os utentes sem sair de casa.

campainha

O atendimento em sua casa proporciona diversas vantagens:

  • Proporcionar bem estar e comodidade ao utente e aos seus familiares;
  • Economizar tempo e recursos com a deslocação do utente;
  • Recuperação acelerada através de um acompanhamento logo no início dos sintomas ou primeiros dias de uma recuperação pós-cirurgia;

Temos como colaboradores, Fisioterapeutas licenciados, com uma larga experiência profissional em todas as áreas de actuação da fisioterapia.

Fisioterapia Dermatofuncional

20200521_1614453741594771876937443.jpg

Prevenção e tratamento das (dis)funções tegumentares:

  • Acne
  • Xerose cutânea
  • Dermatites
  • Rosácea
  • Olheiras
  • Cicatrizes
  • Queimaduras
  • Flacidez
  • Envelhecimento cutâneo
  • Rugas
  • Estrias
  • Insuficiência venosa/linfática
  • Celulite
  • Gordura localizada
  • Reabilitação em contexto reparador e cirúrgico
  • Mastectomia
  • Cirurgia plástica

Procedimentos disponíveis:

  • Drenagem linfática manual
  • Massagem de tecido conjuntivo
  • Reabilitação postural global (RPG)
  • Eletroestimulação
  • Alta frequência
  • Vacuoterapia
  • Kinesiotaping
  • Peeling US
  • Microdermoabrasão (peeling de diamante)
  • Transdermaterapia
  • Limpeza da pele
  • Peelings químicos superficiais
  • Microagulhamento (Microneedling)

A Escoliose

A coluna vertebral como um todo deve estar alinhada na vertical. Normalmente, quando olhar para alguém de lado, verá três ligeiras curvas – uma no pescoço, uma no tórax e uma na região lombar. Se olhar para essa pessoa de costas a coluna não deve apresentar qualquer curvatura. Se a coluna apresentar uma curvatura para o lado, esta será chamada de escoliose.

Essa curvatura poderá orientar-se para a direita ou para a esquerda e variar em gravidade desde muito leve e quase imperceptível a grave.

A escoliose poderá localizar-se na parte inferior da coluna (a curva lombar), na parte média da coluna (a curva torácica) ou ir desde a parte inferior à superior (a curva toracolombar). Em alguns casos para além da curvatura primária existe outra que é normalmente adquirida como forma de compensação, e faz com que o conjunto apresente uma forma de S.

Estas curvaturas poderão ser classificadas em:

Escoliose funcional ou postural: a coluna é estruturalmente normal, mas parece curvada por causa de outra disfunção, como diferença no comprimento das pernas, ou espasmos musculares nos músculos das costas. A curva é geralmente leve e muda ou desaparece quando a pessoa se inclina para os lados ou para a frente.

Escoliose estrutural: Nestes casos, a curvatura é fixa e não desaparece quando a pessoa muda de posição. Existem diferentes tipos:

Idiopática. Isto significa que a causa não é conhecida. Mais de 8 em cada 10 casos de escoliose são idiopáticos.

Neuromusculares. Isto significa que a curvatura é causada por uma condição que afecta os músculos e nervos das costas. Por exemplo, pode ocorrer em alguns casos de distrofia muscular, poliomielite, paralisia cerebral, ou neurofibromatose. Cada uma dessas condições tem outros sintomas e problemas, para além da escoliose.

Lombar degenerativa. Resultado da degeneração assimétrica da coluna vertebral.

Congénita. Isto significa que a coluna não formou correctamente durante o desenvolvimento do bebé no útero.

A escoliose idiopática é sem dúvida a mais frequente e pode ocorrer em qualquer fase da infância. Não se sabe como ou por que ela se desenvolve. Não é devido à má postura e estudos demonstram que o seu aparecimento não poderá ser evitado. É mais comum durante as fases de crescimento mais rápido, na adolescência, entre os 10-12 para as raparigas e os 11-16 para os rapazes. Cerca de 1 em cada 40 crianças têm algum grau de escoliose. A escoliose leve afecta em igual número rapazes e raparigas. No entanto, a escoliose moderada ou grave, é mais comum em raparigas.

Sinais e sintomas/ Diagnóstico

Na maioria dos casos o aparecimento da escoliose é gradual e indolor.

A escoliose pode causar dor leve e desequilíbrio muscular. Se a escoliose se torna mais severa, pode provocar alterações mais visíveis. Isto ocorre quando a coluna vertebral sofre uma curvatura acentuada para o lado, puxando as inserções musculares, ligamentares e das costelas, fazendo com que:

Se a escoliose for na região torácica, as costelas e omoplata formam uma protuberância num dos lados das costas.

Se a escoliose for na região lombar, provoca uma rotação anterior da pélvis e pode parecer que uma perna é maior que outra.

Se a escoliose se tornar grave e não for tratada, pode causar problemas como por exemplo, dor persistente nas costas e pode desencadear problemas respiratórios ou cardíacos se a deformidade na região torácica for muito grave.

Uma boa avaliação, incluindo uma história clínica, exame da coluna vertebral e exame neurológico são necessários para ajudar ao diagnóstico de uma escoliose. A escoliose é geralmente perceptível quando se abaixa, notando-se que um dos lados do tronco fica mais elevado que o outro. No entanto, muitas vezes uma escoliose de grau leve a moderado pode desenvolver-se sem ser percebida pela criança ou pelos pais. Isso prende-se com o facto de se desenvolver durante a adolescência, em que as crianças se tornam mais auto-conscientes e é mais raro os pais observarem a criança sem roupa, de forma a poder identificar o problema.

A confirmação do diagnóstico pode ser feita através de um raio-X à coluna que irá permitir medir o grau de curvatura.

Para informações sobre o nosso programa de tratamento poderá consultar o seguinte link:

https://lisboaphysio.com/2019/12/19/escoliose-avaliacao-e-tratamento/