O que o Fisioterapeuta pode fazer por si, na área da Neurologia

O fisioterapeuta actua na área de Neurologia, intervindo nas seguintes patologias/lesões/sintomas:

A) Afecções do Sistema Nervoso Central: Parkinson, Paraplegias e Paraparesias, Tetraplegias, Spina bifida, Esclerose múltipla, Esclerose lateral amiotrófica, Síndrome de Charcot-Marie-Tooth, Hemiplegia (A.V.C., Traumatismos cranianos, etc),…;

B) Afecções neurológicas periféricas: Poliomielite anterior aguda, lesões do plexo braquial, paralia facial, paralisia do nervo crural, do nervo ciático poplíteo externo ou interno, do tronco do ciático, do subescapular, do circunflexo, do grande dentado, do nervo musculocutâneo, do tronco do membro superior (nervo radial, cubital e mediano), neuropatias isquémicas e bacterianas, …;

C) Acometimentos diversos: joelho, pé, ombro, cotovelo, mão e tronco paralítico, pé espástico, distúrbios de sensibilidade, cefaléias, …;

 

Entorse & Lesão ligamentar

É frequente ver o termo entorse ser aplicado a um tipo de lesão que se caracteriza pela ruptura, estiramento ou alongamento excessivo de um ou vários ligamentos articulares. No entanto, o entorse é apenas o mecanismo (isto é, o tipo de movimento) que provoca a lesão ligamentar. Pode ocorrer em qualquer estrutura articular, sendo que as lesões mais comuns são nos membros inferiores (joelho, tornozelo,…), quando as articulações são submetidas a gestos que as fazem ultrapassar a sua amplitude normal.

A lesão ligamentar pode ser ligeira, moderada ou grave, de acordo com o tipo de entorse. Consoante esta classificação, os sintomas variam de dor ligeira e sem grande dificuldades em andar, até dor intensa, acompanhada de edema (inchaço), derrame, incapacidade ou dificuldade em realizar movimentos ou mesmo um aumento excessivo da mobilidade articular (se a lesão for de ruptura total dos ligamentos).

Caso se trate de uma lesão grave, a situação pode requerer cirurgia. Em casos ligeiros e moderados, a ordem é de repouso selectivo e diminuição dos efeitos inflamatórios, na fase inicial (primeiros 3 a 5 dias).

Logo durante este período, deve procurar fazer Fisioterapia, pois necessitará de levar a cabo uma reabilitação física baseada na diminuição dos sintomas e da incapacidade, assim como na promoção das melhores condições para a formação de novas fibras ligamentares e no fortalecimento muscular para garantir a estabilidade da articulação.

É importante perceber que só com ajuda especializada poderá acelerar a recuperação, assim como evitar futuras lesões, uma vez que uma lesão mal tratada, trará maior propensão a sofrer novos e mais graves episódios de entorse.

Acidente Vascular Cerebral (AVC) Conselhos Úteis

A recuperação depende da intervenção da Fisioterapia PRECOCE!

A LisboaPhysio coloca-se ao dispôr na reabilitação do utente com sequelas de AVC, com tratamentos de Fisioterapia ao domicílio. Com a ajuda da Fisioterapia, conseguirá atingir este objectivo: RECUPERAR A SUA INDEPENDÊNCIA!

Como são prestados os cuidados de saúde?

A Fisioterapia é a chave para recuperar a marcha, integrar o lado afectado nas actividades diárias, prevenir dores e limitações de movimento, estimular a actividade de músculos afectados…  Além das técnicas de reabilitação funcional, o Fisioterapeuta presta ainda apoio à família, em várias questões, nomeadamente no posicionamento (se estiver acamado), transferências, disposição das mobílias, aquisição e treino com auxiliares de marcha (só quando necessário), forma de vestir, técnicas de higiene e conforto.

A LisboaPhysio avalia detalhadamente cada caso clínico e determina o plano terapêutico mais adequado em função das expectativas do utente e da sua família.

Caso tenha sofrido um AVC ou conheça alguém que tenha sequelas decorrentes de um AVC, saiba que…

Deverá procurar iniciar a fisioterapia o mais precocemente possível, uma vez que os primeiros 6 meses de recuperação são cruciais. Este é o período durante o qual ocorrem as maiores evoluções, sendo que a recuperação com Fisioterapia deverá ser intensiva e, se possível, diária, iniciando logo assim que tenha alta hospitalar.

Algumas consequências do AVC…

O acidente vascular cerebral é uma das disfunções neurológicas que afecta mais pessoas, e talvez seja ainda uma das mais incapacitantes. A OMS classificou o AVC como a 3ª principal causa de morte nos países desenvolvidos, a seguir às doenças coronárias e ao cancro, sendo que é ainda a 2ª principal causa de morte na população acima dos 60 anos de idade.

Os sinais e sintomas característicos decorrentes do AVC variam de acordo com a área do Sistema Nervoso Central (SNC) afectada, podendo traduzir-se em défices dos níveis de consciência, do controlo motor, da sensibilidade, das funções visuais e da fala.

A intervenção dos cuidados de saúde deve ser sempre específica a cada condição, com objectivos e planos de reabilitação bem definidos. Para tal, o Fisioterapeuta desempenha o papel de facilitador da recuperação e o papel de educador, envolvendo sempre os utentes e as suas famílias no processo terapêutico.

A família do utente e/ou outros elementos cuidadores desempenham um papel fulcral na rentabilização das capacidades funcionais e, consequentemente, numa melhoria da qualidade de vida.