Acidente Vascular Cerebral (AVC) Conselhos Úteis

A recuperação depende da intervenção da Fisioterapia PRECOCE!

A LisboaPhysio coloca-se ao dispôr na reabilitação do utente com sequelas de AVC, com tratamentos de Fisioterapia ao domicílio. Com a ajuda da Fisioterapia, conseguirá atingir este objectivo: RECUPERAR A SUA INDEPENDÊNCIA!

Como são prestados os cuidados de saúde?

A Fisioterapia é a chave para recuperar a marcha, integrar o lado afectado nas actividades diárias, prevenir dores e limitações de movimento, estimular a actividade de músculos afectados…  Além das técnicas de reabilitação funcional, o Fisioterapeuta presta ainda apoio à família, em várias questões, nomeadamente no posicionamento (se estiver acamado), transferências, disposição das mobílias, aquisição e treino com auxiliares de marcha (só quando necessário), forma de vestir, técnicas de higiene e conforto.

A LisboaPhysio avalia detalhadamente cada caso clínico e determina o plano terapêutico mais adequado em função das expectativas do utente e da sua família.

Caso tenha sofrido um AVC ou conheça alguém que tenha sequelas decorrentes de um AVC, saiba que…

Deverá procurar iniciar a fisioterapia o mais precocemente possível, uma vez que os primeiros 6 meses de recuperação são cruciais. Este é o período durante o qual ocorrem as maiores evoluções, sendo que a recuperação com Fisioterapia deverá ser intensiva e, se possível, diária, iniciando logo assim que tenha alta hospitalar.

Algumas consequências do AVC…

O acidente vascular cerebral é uma das disfunções neurológicas que afecta mais pessoas, e talvez seja ainda uma das mais incapacitantes. A OMS classificou o AVC como a 3ª principal causa de morte nos países desenvolvidos, a seguir às doenças coronárias e ao cancro, sendo que é ainda a 2ª principal causa de morte na população acima dos 60 anos de idade.

Os sinais e sintomas característicos decorrentes do AVC variam de acordo com a área do Sistema Nervoso Central (SNC) afectada, podendo traduzir-se em défices dos níveis de consciência, do controlo motor, da sensibilidade, das funções visuais e da fala.

A intervenção dos cuidados de saúde deve ser sempre específica a cada condição, com objectivos e planos de reabilitação bem definidos. Para tal, o Fisioterapeuta desempenha o papel de facilitador da recuperação e o papel de educador, envolvendo sempre os utentes e as suas famílias no processo terapêutico.

A família do utente e/ou outros elementos cuidadores desempenham um papel fulcral na rentabilização das capacidades funcionais e, consequentemente, numa melhoria da qualidade de vida.

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