Para quem gosta de saber a origem das palavras aqui tem uma página interresante: http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende/terminologia.htm
Espero que gostem!
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O osso unciforme ou hamato é um osso da mão que pode ser distinguido pela sua forma de gancho, com um processo que se projecta para a superfície palmar. Está situado na parte interna do carpo. O seu nome deriva do Latim hamtus, que significa “gancho”. Esta fractura é pouco frequente e surge por excessiva compressão ou rotação ocorrendo fractura de stress quando o osso é lesado por repetitivos microtraumas. Por ser uma fractura muito pequena, muitas vezes não é visível num RX normal.
O carácter repetitivo da técnica e os erros cometidos durante o impacto são as principais causas desta lesão. Nesta situação clínica, os golfistas referem dor difusa e profunda e/ou reduzida capacidade de preensão, verificando-se estabilidade fraca no local e dor à flexão resistida do 5º dedo. As fracturas crónicas podem levar a ruptura dos tendões flexores dos 4º e 5º dedos e neuropatia do nervo cubital.

A pubalgia é a expressão de sintomas localizados no nível do púbis, com irradiações dolorosas em direcção aos adutores, aos abdominais e às arcadas crurais.
Essas irradiações não são constantes, de acordo com a gravidade da pubalgia.
O golfe apresenta um gesto que dissocia a mobilidade dos ramos pubianos.
As influências que vêm do braço e as que vêm do apoio ao solo estão em contradição no nível da bacia.
O jogador de golfe deverá ter uma boa mobilidade da cintura escapular e da bacia para manter um movimento fluido e fácil, prevenindo-se, assim, de toda a sobrecarga no púbis.
A pubalgia é muito menos frequente no golfe do que no ténis, no futebol ou no rugby. Por outro lado, o jogador de golfe deverá cuidar da articulação dorsolombar para evitar nevralgias dos nervos abdominogenitais.
Nesse caso, o jogador apresentará dor no nível do baixo ventre, da virilha e algumas vezes dos testículos.
A simples liberação da coluna vertebral será a solução dessa patologia em curto espaço de tempo. Para estabilizar este problema, que tem característica reicidivante, será necessário o tratamento pelas cadeias musculares.
Frequentemente, questiona-se se o golfe é bom para a coluna vertebral. A resposta é simples: sim. O movimento do golfe é o mais natural, pelo menos para a coluna vertebral, porque é um movimento sinuisoidal.
Por outro lado, a prática do golfe coloca em evidência as colunas que têm fraca mobilidade e que necessitam de um tratamento, tanto para obter a fluidez do gesto como o conforto físico.
O golfe, nesses casos, é um revelador, e não um agressor, como ele é frequentemente considerado.
Fontes de pesquisa:
Busquet, L. (2001). Les Chaînes Musculaires Tome III – La Pubalgie. (pp. 111 – 113). Paris: Éditions Frison-Roche.
Todos os jogadores, em determinados momentos sentem “nervosismo”. Nesses momentos de nervosismo, ocorrem inúmeras alterações no interior do corpo, ao nível dos rins as glândulas supra-renais secretam quantidades abundantes de adrenalina.
A adrenalina quando lançada na corrente sanguínea, em quaisquer condições do meio ambiente que ameacem a integridade física do corpo (fisicamente ou psicologicamente) aumenta a frequência dos batimentos cardíacos e o volume de sangue por batimento cardíaco; eleva o nível de açúcar no sangue; minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal enquanto maximiza o fluxo para os músculos voluntários nos membros superiores e inferiores e “queima” gordura contida nas células adiposas.
Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reacção, deixa o raciocínio mais rápido, melhora a visão e fazem os pulmões trabalharem melhor. Como também os jogadores podem sentir vazio no estômago e tremor nos membros superiores e inferiores.
Essas descargas de adrenalina são uma situação normal e acontecem diariamente independente se o indivíduo pratica ou não algum desporto. Mas podem tornar-se num problema quando essa sensação se mantém sobre um efeito incessante.
È devido a tal que o treino de competências psicológicas é hoje em dia uma área considerada fundamental na preparação dos atletas para a competição.
De um modo geral, as intervenções realizadas em vários estudos apontam os efeitos benéficos dos programas destinados a recriar na mente dos atletas experiências tão próximas quanto possível da realidade (visualização mental), a necessidade de se definirem padrões específicos e realistas de rendimento (formulação de objectivos) e o papel crucial dos estilos de pensamentos positivos e ajustados face às exigências concretas de cada modalidade (planos mentais), bem como outras técnicas de relaxamento.
VISUALIZAÇÃO MENTAL
É uma técnica psicológica que consiste em criar ou recriar uma determinada experiência concreta ou situação na nossa mente, quer a nível sensorial (visão, audição, tacto, olfato, cinestésico), quer a nível emocional.
A visualização mental, procura recriar experiências mentais no praticante tão próximas como aquelas que tendem a ocorrer na realidade permitindo maiores níveis de atenção e concentração, percepções mais elevadas de auto confiança, maior motivação e emoções mais positivas e também melhorias no rendimento desportivo.
A visualização mental é utilizada, fundamentalmente, para:
· Aprendizagem, aperfeiçoamento e manutenção de competências motoras;
· Regulação da activação e controlo do stress;
· Controlo atencional;
· Promoção da auto-confiança;
· Planeamente e avaliação de competições;
· Recuperação de lesões e controlo da dor.
MÉTODO DE LAURA MITCHELL
Este método tem como objectivo o relaxamento, e utiliza o conhecimento da postura de stress e tensão para o efeito.
Este método é composto por três partes: Fazer o movimento; Parar; Registar a sensação da nova posição.
Baseia-se no princípio da enervação recíproca, ou seja, quando um músculo se contrai o seu músculo antagonista (oposto) irá relaxar.
O que permite que os nervos ao nível das articulações e tendões reconhecem a posição, que é transmitida e registada no cérebro.
Permitindo uma redução da tensão psico-fisica, ansiedade e tensão ao nível dos pulmões e coração. Aquisição e economia de energia psico-física, como também auxiliam na formação da imagem corporal.
TREINO DE CONTROLO DA RESPIRAÇÃO
Respiração lenta e deliberada sequência de Inspiração – Expiração
A respiração adequada é uma das formas mais rápidas e eficazes de controlo da ansiedade e da tensão muscular.
O que faz:
Se um sujeito se concentrar na sua respiração será menos provável que se distraia com estímulos irrelevantes (olhares dos adversários, barulhos externos, etc…).
Qual o melhor momento para usar o treino de controlo:
Interrupção da acção, ao andar para a bola, descanso, tempos mortos, pausas…
ACUPRESSÃO
Milhões de chineses confiam na acupressão – uma variante da acupunctura, sem agulhas – para aliviar as queixas associadas ao stress, como a ansiedade. Uma forma rápida de aliviar a ansiedade ligeira é exercendo pressão sobre o ponto conhecido como a Porta do Espírito, localizado na parte de fora do pulso, por baixo da primeira prega e no alinhamento do dedo mindinho. Pressione sobre este ponto até ter uma sensação de dor semelhante a quando magoa o osso cubital.
Mantenha a pressão durante 15 a 30 segundos e, depois, alivie. Para obter os melhores resultados, não se deve trabalhar sobre o mesmo ponto mais de duas a três vezes por dia.
STRETCHING GLOBAL ACTIVO (SGA)
O SGA é uma técnica de alongamento baseada no método de Reeducação Postural Global (RPG), criado em 1995 pelo fisioterapeuta francês Philippe Souchard.
Philippe Sochaurd constatou que o alongamento global usado na RPG, poderia ser aplicado também para o ganho e manutenção do alongamento na performance desportiva. Hoje é igualmente aplicável e adaptado aos problemas do dia-a-dia, como prevenção de lesões relacionadas à má postura e às actividades repetitivas impostas pelo trabalho, podendo ser utilizado individualmente ou em grupo, atletas de alto nível ou para qualquer pessoa sedentária.
O SGA é global porque vários músculos são solicitados simultaneamente (inclusive os músculos respiratórios), sem que haja compensações em outras partes do nosso corpo, ou seja, preservando o alinhamento do corpo e o espaço das nossas articulações, as curvaturas da coluna vertebral e os discos intervertebrais. É realizado mediante autoposturas de alongamento das cadeias musculares. Estas autoposturas são escolhidas com base em uma avaliação específica, de acordo com a necessidade das actividades praticadas pelo desportista. Assim seremos capazes de atenuar os efeitos da sobrecarga das estruturas musculoesqueléticas, decorrentes dos movimentos repetitivos de cada actividade.
Esta técnica trará benefícios não só em termos fisiológicos, como também um bem-estar e um relaxamento psicológico.
PNF-Chi
Técnica de mobilização activa global (criada e desenvolvida pelos Fisioterapeutas Eva Albuquerque e Paulo Araújo), segundo os padrões de movimento do corpo, coordenado com a respiração, inspirada em alguns princípios do Tai-chi e princípios neurofisiológicos do PNF (Proprioceptive Neuromuscular Facilitation).
TÉCNICA DE SCHULTZ
No seguimento a trabalhos, observações sobre hipnose, Schultz elaborou um método de relaxamento ou treino autógeno que consiste na indução de uma série de exercícios fisiológicos racionais determinados cuja meta é levar o corpo e o espírito ao repouso, e procurar uma sensação generalizada da pessoa.
TÉCNICA DE JACOBSON
Jacobson fixa-se no nível fisiológico e acredita na existência de uma relação entre o emocional vivido e o grau de tensão muscular.
Algumas pessoas que estão frequentemente física ou psiquicamente hipertensas acabam por apresentar problemas picossomáticos. É então necessário aprender a se observar e a se controlar.
Jacobson pôs então em prática a sua técnica cujo objectivo é diminuir o tónus muscular. Para que isso ocorra, é necessário que, em repouso, se torne consciência da diferença de sensação entre a contracção e o relaxamento muscular.
OUTRAS TÉCNICA E MÉTODOS
Eutonia de Gerda Alexander, Sofrologia, Método de Wintrebert, Técnica de Jarreau e Klotz, Método de Vittoz, Treino Compensado de Aiginger, Método Feldenkrais, …
OUTROS CONSELHOS
RITMO DE JOGO
Cada jogador possui o seu ritmo natural, que engloba desde a cadência a que processamos a informação e reagimos a ela, à capacidade de aumentar a energia ou acalmar a nível emocional.
È importante que cada jogador descubra qual o seu ritmo natural do jogo, e que o mantenha tanto em treinos como em competições.
Um jogador não deve jogar um shot sem que se sinta pronto. Por isso mesmo, é fundamental criar uma boa rotina pré-shot de forma a não alterar a condição emocional nem física deste.
SUPERSTIÇÕES
Não subestimar as superstições que o jogador tem em relação ao golfe. Uma vez que estas podem afectar o rendimento do jogador (inibição).

Estes últimos anos, especialmente pela razão do aparecimento de numerosas resistências bacterianas e pelas mensagens alarmistas relativas às cada vez mais numerosas prescrições abusivas de antibióticos em medicina geral e hospitalar. Lembramos que em numerosos casos, a fisioterapia pode representar uma alternativa ao uso de determinados medicamentos.
A fisioterapia respiratória, ainda denominada pelos médicos por Cinesioterapia Respiratória, é aplicada em todas as idades, sendo que devido às particularidades do seu aparelho respiratório, as crianças e bebés estão mais expostas a infecções respiratórias, que podem ter consequências graves para a função respiratória.
Diversas são as etiologias responsáveis pela acumulação de secreções. Nas crianças a fisioterapia respiratória aplica-se principalmente nas seguintes patologias: Bronquiolite, Bronquite, Fibrose quística, Síndrome de imobilidade ciliar, Pneumonia, Atelectasias, Pneumopatia, Infecções respiratórias, Rinite alérgica, Sinusite, Bronquiectasias e Asma Brônquica.
A fisioterapia respiratória visa a libertação das secreções que causa a obstrução das vias aéreas centrais e periféricas e a promoção da função respiratória normal de forma eficaz.
A desobstrução depende fundamentalmente de 5 etapas que por sua vez são interdependentes umas das outras: desobstrução nasal, fluidificação das secreções, mobilização e progressão das secreções, mobilização do tórax e expulsão.
O objectivo do fisioterapeuta é restituir a ventilação à área comprometida.
Em pediatria, as bases das técnicas de fisioterapia estão muito próximas às empregadas para os adultos. A diferença importante situa-se na adaptação da idade mental e física do paciente.
Conforme a idade, utilizam-se técnicas empregadas em neonatologia ou as utilizadas para o adulto. Entretanto, a problemática é diferente por três motivos:
– comportamento mecânico específico do sistema toracopulmonar da criança;
– técnicas necessariamente passivas devidas à não-cooperação associada à idade;
– necessidade de uso precoce das técnicas devido às possíveis repercussões sobre a função pulmonar.
Em geral, são utilizados:
– aerosóis;
– ventilação dirigida e controlada: Expiração Lenta e Prolongada;
– pressões vibrações associadas ou não a uma aceleração passiva do fluxo expiratório;
– técnicas de tosse provocada ou voluntária. O choro da criança facilita a subida de mucos e provoca uma tosse eficaz;
– técnicas de evacuação: aspiração por via bucal e nasal;
O fisioterapeuta controla ainda a aplicação de uma boa higiene respiratória:
– supressão dos irritantes respiratórios (fumo) e da poluição ao redor da criança;
– higiene corporal perfeita da criança;
– evitar mudanças de temperatura.