Lisboa Physio
24 01 2012Dispõe de seguro de saúde?
É beneficiário de algum sub-sistema de saúde?
Consulte as condições da sua apólice ou regras do sub-sistema do qual é beneficiário, e caso tenha cobertura para consultas e tratamento de Medicina Física e de Reabilitação, saiba que pode recorrer à LisboaPhysio para usufruir de condições especiais!
Terá apenas de consultar um médico de qualquer especialidade (ou se for exigido, um médico Fisiatra) para que indique a necessidade de realização de tratamentos de Fisioterapia e o número de sessões necessárias.
Poderá assim dirigir-se a uma empresa externa à rede convencionada do seu seguro de saúde (ex: Médis, Multicare, AdvanceCare, ServiaAIDE…) ou sub-sistema (ex: ADSE, ADM, SAMS, …), como é o caso da LisboaPhysio.
Desde que encaminhe a indicação médica acompanhada do recibo respeitante ao pagamento dos tratamentos como paciente particular, poderá garantir o reembolso de parte desse valor (comparticipação dependente das condições gerais e dos tipos de tratamento).
Nem sempre tem de se sujeitar a entidades ou horários definidos pelos outros. Escolha por si!

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A LisboaPhysio agora também na Margem Sul (Sobreda da Caparica)
1 07 2010A partir de Julho de 2010, a LisboaPhysio oferece os seus serviços a quem reside na Margem Sul ou a quem não se pode deslocar a Lisboa.
Em parceria com a Farmácia Palmeirim, poderá usufruir dos nossos tratamentos na Sobreda da Caparica num ambiente de saúde e bem-estar.
Para outras informações basta contactar-nos ou dirigir-se directamente à Farmácia Palmeirim e marcar já a sua hora!
Avenida da República, Torre B3, Loja A/B
2518-800 Sobreda
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Acidente Vascular Cerebral (AVC) Conselhos Úteis
20 01 2010A recuperação depende da intervenção da Fisioterapia PRECOCE!
A LisboaPhysio coloca-se ao dispôr na reabilitação do utente com sequelas de AVC, com tratamentos de Fisioterapia ao domicílio. Com a ajuda da Fisioterapia, conseguirá atingir este objectivo: RECUPERAR A SUA INDEPENDÊNCIA!
Como são prestados os cuidados de saúde?
A Fisioterapia é a chave para recuperar a marcha, integrar o lado afectado nas actividades diárias, prevenir dores e limitações de movimento, estimular a actividade de músculos afectados… Além das técnicas de reabilitação funcional, o Fisioterapeuta presta ainda apoio à família, em várias questões, nomeadamente no posicionamento (se estiver acamado), transferências, disposição das mobílias, aquisição e treino com auxiliares de marcha (só quando necessário), forma de vestir, técnicas de higiene e conforto.
A LisboaPhysio avalia detalhadamente cada caso clínico e determina o plano terapêutico mais adequado em função das expectativas do utente e da sua família.
Caso tenha sofrido um AVC ou conheça alguém que tenha sequelas decorrentes de um AVC, saiba que…
Deverá procurar iniciar a fisioterapia o mais precocemente possível, uma vez que os primeiros 6 meses de recuperação são cruciais. Este é o período durante o qual ocorrem as maiores evoluções, sendo que a recuperação com Fisioterapia deverá ser intensiva e, se possível, diária, iniciando logo assim que tenha alta hospitalar.
Algumas consequências do AVC…
O acidente vascular cerebral é uma das disfunções neurológicas que afecta mais pessoas, e talvez seja ainda uma das mais incapacitantes. A OMS classificou o AVC como a 3ª principal causa de morte nos países desenvolvidos, a seguir às doenças coronárias e ao cancro, sendo que é ainda a 2ª principal causa de morte na população acima dos 60 anos de idade.
Os sinais e sintomas característicos decorrentes do AVC variam de acordo com a área do Sistema Nervoso Central (SNC) afectada, podendo traduzir-se em défices dos níveis de consciência, do controlo motor, da sensibilidade, das funções visuais e da fala.
A intervenção dos cuidados de saúde deve ser sempre específica a cada condição, com objectivos e planos de reabilitação bem definidos. Para tal, o Fisioterapeuta desempenha o papel de facilitador da recuperação e o papel de educador, envolvendo sempre os utentes e as suas famílias no processo terapêutico.
A família do utente e/ou outros elementos cuidadores desempenham um papel fulcral na rentabilização das capacidades funcionais e, consequentemente, numa melhoria da qualidade de vida.
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Conselhos úteis ao cuidador de portador de AVC
12 11 2009O que é um AVC?
Um AVC é abreviatura para acidente vascular cerebral que implica que ocorreu numa determinada zona do cérebro alteração/lesão da irrigação.
Essa lesão leva a alterações numa metade do corpo (Dta. Ou Esq.)
Factores de Risco:
Não modificáveis: idade, sexo, causas genéticas, estenose assintomática da artéria carótica, AVC ou AIT anterior; doenças tumorais;
Modificáveis: hipertensão; diabetes mellitus; fibrilhação auricular; hipercolesterolémia; tabagismo;
Outros factores: Obesidade; contraceptivos orais; estado de hipercoagulação;
Conselhos:
Alteração da fala (afasia):
Deve-se:
- Falar mais devagar que o habitual de preferência para o lado afectado;
- Usar frases simples e curtas;
- Dar a informação de uma só vez;
- Fazer uma pergunta e aguardar pela resposta;
- Encorajar o doente a falar.
Dificuldades em comer:
Deve-se:
- Encorajar o doente a comer sozinho, mesmo que com preparação prévia da comida;
- Se necessário a utilização de ajudas técnicas.
Disposição do quarto:
O doente deve ficar voltado para o centro do quarto. A mesa de cabeceira deve ficar do lado afectado de forma a estimular o mesmo.
Acamamento:
A imobilidade do doente é um factor de risco para o aparecimento de escaras (feridas). Para prevenir este factor deve-se:
- Repartir o peso corporal, alternando o posicionamento do doente de 2 em 2 horas;
- Manter o leito limpo, seco e sem rugas;
Posicionamento na cama:
Decúbito dorsal (barriga para cima):
- Cabeça apoiada numa almofada;
- Uma almofada por baixo do ombro afectado;
- Braço afastado do corpo, esticado com a palma da mão virada para cima;
- A perna afectada não deve ser mantida em extensão, deve-se colocar uma almofada por baixo do joelho;
Decúbito ventral (barriga para baixo):
- Pés fora do colchão, para que os dedos dos pés não fiquem flectidos);
- Almofada da cabeça de tamanho pequeno;
- Cara virada para um dos lados, de preferência para o lado afectado;
- Braço afastado do corpo e pouco flectido;
Decúbitos laterais (deitar de lado):
Deve-se ter cuidado com o membro superior afectado, que nunca deve ser deixado sobre pressão, com o afastamento dos membros inferiores, através do uso de almofadas;
A – Virado para o lado bom
B – Virado para o lado afectado
Transferências:
Deitado para de lado:
O doente deve rodar inicialmente com ajuda, sendo essa ajuda retirada com a sua evolução;
Deitado para sentado:
Ao sentar-se deve ter em atenção o uso do braço afectado de forma a evitar o deslocamento do ombro (luxação) e ajudar a colocar os membros inferiores fora da cama;
Sentado para de pé:
Para levantar o doente deve ter em atenção dois aspectos importantes: suportar o braço afectado (para evitar o deslocamento do ombro); colocar os nossos joelhos entre os joelhos do doente, para o trancar;
Uso de bengala:
A bengala só se usa com aconselhamento do fisioterapeuta ou do médico. Quando usada sem aconselhamento produz uma sensação falsa de segurança, favorece a assimetria e dificulta a transferência de peso, resultando numa marcha anormal;
Posição de sentado:
Na posição de sentado é importante a posição do braço afectado. O ombro deve ser mantido afastado do corpo e o cotovelo parcialmente flectido. O braço deve ser sustentado por uma almofada para impedir a luxação do ombro;
Uso de bolas:
É vulgar ser dado ao doente uma bola para fazer exercícios à mão lesada. A não ser por aconselhamento do fisioterapeuta ou do médico, o doente não deve usar nenhuma bola, pois o que é correcto é exercícios para ajudar a abrir a mão e os dedos;
Vestir:
O treino desta situação necessita de um período de tempo mais longo. Para o doente é por vezes um esforço enorme, o que lhe pode provocar irritação e consequentemente desmotivação. Se existe frustração à regressão e não progressão;
O familiar não pode ser rígido nas técnicas e é benéfico elogiar todos os pequenos progressos. Tentar sempre que as actividades sejam sempre com o lado afectado.
Princípios básicos:
- Não substituir o doente, apenas auxiliar;
- Motivá-lo a arranjar-se mesmo que não saia de casa;
- A roupa deve ser escolhida pelo doente;
- O lado afectado é o primeiro a vestir e o último a despir.
Adaptação do vestuário:
- Largo, desligado e com bastante elasticidade;
- É aconselhável os botões pequenos serem substituídos por uns maiores e a casa dos botões alargadas;
- Sapatos do tamanho adequado, que se adaptem bem ao pé e permitam estabilidade. Em vez dos atacadores utilizar os fechos autocolantes ou com elásticos laterais. Existe uma adaptação para os sapatos com atacadores como mostra a figura:
- O soutien é posto à volta da cintura com a parte de trás para a frente, de modo a apertar os colchetes e rodá-lo para a posição correcta; com a mão sã colocar a alça até ao ombro do lado afectado > ajustar o soutien do outro lado; por vezes é necessário encurtar as alças; um soutien com aperto à frente é preferível;
Vestir a camisa/casaco:
- A peça de roupa é desdobrada no colo do doente, com a parte da frente voltada toda para baixo e o colarinho junto aos joelhos;
- Em primeiro lugar entra a manga no braço afectado; punha a manga até ao cotovelo; com a mão sã puxa a peça de roupa até ao ombro e costas de forma a poder enfiar a outra manga no braço;
Despir a camisa/casaco:
- Com a mão sã desaperta os botões e punha pela camisa/casaco até ficar com o ombro livre; retira a manga do braço são; despe a manga do braço afectado, se necessário apoiando a mão afectada por baixo da coxa afectada.
Vestir as calças:
Com a mão sã:
- Cruza a perna afectada sobre a sã; coloca primeiro a calça na perna afectada até ao joelho; descruza a perna; coloca a calça na perna sã; punha as calças para cima o mais que poder; se usar suspensórios, já devem estar colocados nas calças; puxar o fecho éclair ou com o auxílio de uma argola ou uma fita colocada para o efeito;
Despir as calças:
- Com a mão sã desapertar o cinto, os botões ou o fecho éclair; se usar suspensórios retira-os com a mão sã de cima dos ombros; retira a calça da perna sã; retira a calça da perna afectada; se o doente não tem bom equilíbrio sentado, é preferível vestir ou despir as calças deitado na cama, para o conseguir o doente faz o exercício da ponte;
Para calçar as meias:
- Cruzar a perna afectada de modo a que o pé fique ao alcance da mão sã; Com a mão sã colocar a abertura da meia no pé afectado e puxar.
Higiene e conforto:
- Ter sempre em atenção aos hábitos anteriores do doente;
- Caso possível e se necessário, adaptar a casa de banho à incapacidade funcional do doente;
- Se a sanita for demasiado baixa deverá elevar-se o assento da mesma 8 a 15 cm;
- Colocar uma barra de apoio na parede junto à sanita ou fixa no chão, uma barra em ângulo rectos;
- Se não tiver sanita, utilizar um bacio alto;
- Não utilizar tapetes no chão da casa de banho;
- Para tomar banho, o mais conveniente é ser de duche, preferencialmente, num poliban, se não é possível na banheira. Nesta deve ser utilizado: Banco com encosto ou cadeira, com calços de borracha para garantir maior estabilidade; Um tapete de borracha com ventosas no fundo da banheira; Barras de apoio na parede lateral e no topo, visto que os problemas de equilíbrio são frequentes; Mangueira de chuveiro flexível.
Entrar e sair da banheira:
A cadeira fica paralela à banheira e o doente entra pelo lado bom agarrando-se com a mão ao bordo da banheira ou à barra de apoio. Depois coloca a perna boa dentro e com o braço bom coloca a perna afectada dentro da banheira.
Para sair é idêntico com excepção da cadeira de rodas que é colocada no outro lado e primeiro sai a perna má e depois a boa, depois o doente agarra com a mão a cadeira de rodas e senta-se.
Unhas:
- As unhas das mãos e dos pés devem ser mantidas curtas. A tesoura deve ser de pontas redondas. O doente pode necessitar de ajuda nesta tarefa.
Barba:
- É preferível utilizar uma máquina eléctrica de barbear;
- Sentar-se numa cadeira junto à mesa com um espelho à frente e com boa iluminação;
- Se o doente utilizar uma lâmina de barbear deve ser ensinado a colocar a mão afectada debaixo do queixo para apoiar a cabeça ou colocar o queixo sobre almofadas.
Pentear:
- Ensinar o doente a pentear-se com o braço são se o outro estiver plégico (ausência de força), ou em caso de parésia (diminuição da força muscular), estimulá-lo a mobilizá-lo utilizando um pente de cabo comprido. Ou ser colocada uma pega no pente;
- Se o doente não conseguir realizar esta actividade, deve ser ajudado, uma vez que é importante o doente se sentir bem consigo.
ALGUNS EXERCÍCIOS A REALIZAR EM CASA:
Realizar pelo menos 3 vezes ao dia. O doente segura a mão do lado afectado com a mão sã e junta as mãos. A cabeça deve de estar um pouco inclinada para o lado bom. O cotovelo bom deve de estar esticado levando consigo o braço afectado.
O exercício da ponte é importante tanto para ajudar os familiares na higiene do doente como para reeducação do movimento normal.
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